Pragas são: tatuzinhos, vespa, besouro, ácaros, lesmas, caramujos, caracóis, gafanhoto, ratos e outros roedores; gatos, gambás e ate passarinhos.
Os ataques mais devastadores são aqueles que se dão nas axilas foliares e nas folhas dos botões em especial nas Oncidium, miltônias e odontoglossum; fique de olho nestas espécies, pois geralmente os ataques são notadas tarde de mais e as cochonilhas ficam escondidas em grandes colônias nas dobras das axilas foliares onde maiores danos são causados.
Condições que favorece o ataque: as estações muito secas, a umidade muito baixa ou a secura excessiva no vaso favorece o aumento da população desses insetos.
Controle:
O mais importante é inspecionar minuciosamente e regularmente e separar as plantas afetadas para imediata limpeza e tratamento. Não use produtos a base de querosene, pois este queima as folhas botões e ponta das raízes das orquídeas.
Após lavar a aplanta pode aplicar o óleo de nim, sempre abrigando a planta da exposição ao sol; aplicar 5 ml por litro de água, nunca deve ser excedida a dosagem recomendada pelo fabricante.
Formigas pulgões e cochonilhas; são três insetos diretamente ligados, pois formigas alimentam-se das fezes e secreções adocicadas dos pulgões e cochonilhas, acabando por transportá-las de uma planta para outra.
Pulgões: são insetos pequenos com extraordinária capacidade reprodutiva de coloração variada entre o verde o amarelo claro, ate cinza, preto ou vermelho.
Percevejos: são conhecidos como baratinhas apresentam coloração avermelhada ou laranja e assas azuis metálicos. Eles sugam as folhas deixando imediatas marcas arredondadas e esbranquiçadas ou amareladas conhecidas como stigrromose.
Mordellistema: catleyana besourinho de 2 mm da cor de tijolo que faz a postura na parte superior das folhas perfurando-as. Suas larvas cavam galerias sendo conhecidas como “larvas mineradoras” ou “larvas mineiras”.
Controle com inseticida sistêmico.
Sintomas nas folhas: essas doenças iniciadas por lesões de inchamento de tecidos são chamadas genericamente de podridão parda, ou negra, e podem ter duas origens:
1º as bacterianas, geralmente por bactérias do gênero Erwnia, também chamadas de podridão mole.
2º a classificada como “fungica” é causada por pythium ou phytoplhara e ai, sim conhecida como podridão negra.
A podridão bacteriana produz um liquido na partes afetadas e a negra provoca rápido secamento muitas vezes a planta atacada por podridão negra (fungicida) acaba também desenvolvendo podridões (bacterianas)
Uma facilita a entrada da outra; a podridão negra é grave muitas vezes inicia-se nas junções das folhas derrubando-as ainda verde e levando a planta a morte, outras vezes começa nas raízes e progride para os caules e finalmente para as folhas com muita rapidez.
Fonte: ROCHA, Prof. René; ABC do orquidófilo, de uma, várias ou muitas orquídeas; São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 2008.
Nenhum comentário:
Postar um comentário