O NOME – Formado de dendro, árvore + bio, = vida sobre árvore, gênero asiático que engloba quase 1500 espécies (n° não muito preciso ) e só perdendo em quantidades de representantes para o gênero Bulbophayllum.
ORIGEM – Das regiões tropicais e subtropicais, ate o sul da Australia.
HÁBITO DA PLANTA – Planta simpodial com crescimento de rizomas em tufos e que produzem brotos novos e raízes a cada ano. Podem ser bulbosos ou de caules do tipo cana, medindo apenas 1 cm ou até 4,5 m em espécies gigantes. Podem ser lisos ou com nós; longos e flexíveis, ou não, pendentes, eretos ou fusiformes. As folhas variam conforme a espécie: desde tamanhos minúsculos a muito grandes; nas suas formas longas, estreitas ou largas; persistente ou decíduas e em grandes variedades de tons de verde. Todas suas espécies são consideradas epífitas, mesmo algumas que crescem em pedras ou, ocasionalmente, no solo.
FLORAÇÃO – flores solitárias ou agrupadas, de 1 a 14 cm e sempre com as sépalas laterais unidas na base e ai formando um pequeno cálcar. A maioria tem flores que duram de 2 a 3 semanas; alguns, apenas poucos dias. Em poucas de suas espécies as flores são solitárias, mas na maioria elas são em cachos. Sem dúvida, as orquídeas mais floríferas entre todas e produzem sempre florações fartas quando mantidas em boas condições de cultivo.
SEUS HIBRIDOS – São incontáveis, principalmente envolvendo a espécie nobile. Por isso são os mais conhecidos, embora já se usa hibridar cada vez mais as suas variadas espécies. Os híbridos comerciais na maioria não são registrados (é comum de se ouvir comentários como: “a produção é muito variada e rápida e não compensa registrar”). Por isso, muitos nomes não passam de meros apelidos ou marcas. Tornaram-se quase os “vira latas” das orquídeas, pelo seu amplo poder de aclimatação no Brasil de fácil e rápida propagação em cultivo. Na ância de colocar o mais rápido possível para a venda, muitos produtores não têm o cuidado de colocar-lhes nomes, tratando apenas como mais uma flor qualquer, de preço módico, vendida em qualquer esquina e até em bancas de revistas e supermercados. Nada contra a popularização, mas sim quanto á falta de identificação, o que acaba por descaracterizar este belo Dendrobium “fácil de cultivar e duro de matar”.
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