Agente Polinizador:
O Ave
ou inseto que fecunda a flor: O objetivo principal de qualquer flor é atrair o
agente polinizador, para garantir a perpetuação de espécie pela polinização.
Os agentes polinizadores geralmente são insetos (entomofilia),
aves (ornitofilia) e morcegos (quiropterofilia).
Normalmente, as flores coloridas atraem seu agente com eficiência, devido aos
diferentes tons e quantidade de cores.
Ácido:
É a acides do solo: quando apresenta
pH inferior a 7, decorrente da falta de substância alcalinas, como
calcário.
O pH
dos solos ajuda indicar a sua fertilidade, isto é, a sua capacidade de nutrir as plantas que nele
crescem.
pH - potencial de hidrogênio varia
de 0 a 14 O
pH dos solos podem ser: ácidos, neutros e básicos
Abaixo de 7 - são ácidos
Igual a 7 -neutros e
Acima de 7 –básicos
O valor do pH ideal
para a agricultura está entre 5,5 a 5,8. O pH dos solos
pode ser corrigido através do uso de substâncias alcalinas como as conchas
moídas, margas e calcário.
Alcalino:
Refere-se ao solo
que possui pH superior a 7.
Axila:
Junção da folha com
o ramo ou caule.
Os
gomos podem formar-se na axila de uma folha ou na extremidade dum ramo ou
do caule e
podem origem a um novo ramo ou a uma flor (que é um ramo
modificado para as funções de reprodução).
Bifoliada:
Planta
que possui sempre duas folhas apicais (duas folhas no caule ou na raiz), como: Cattleya
ackandliae, amethystoglossa, bicolor, forbesii, granulosa, guttata, intermedia,
leopoldi, schilleriana, skinneri, velutina, entre outras.
Geralmente, as
espécies monofoliadas carregam menos flores do que as bifoliadas, estas, no
entanto, são bem maiores e possuem um labelo que se destaca por sua beleza,
colorido e tamanho. Em geral, não mais do que 4 flores com duração de duas a
três semanas. Freqüentemente são perfumadas.
Caule:
Parte
aérea do vegetal que sustenta as folhas e os órgãos reprodutores.
Epífita:
São
tipos de vegetais que não enraízam no solo, fixam-se em outras árvores ou em
objetos elevados; rochas; telhas; construções;
etc; tem porte discreto, se fixam nos tecidos superficiais dos troncos e galhos
para receber luz solar e umidade com mais facilidade do que diretamente no solo.
Dispõem de sistemas específicos para absorver umidade do ar e extrair sua
alimentação mineral da poeira que recai sobre si; necessitam de grande
quantidade de umidade e de luz.
Em
geral, as epífitas vivem sobre o tronco das árvores e dispõem de raízes
superficiais que se espalham pela casca e absorvem a matéria orgânica em
decomposição disponível. E elas não são parasitas.
Espata:
O cabo da flor que
nasce uma espécie de folha dupla, com formato de faca, uma bráctea protetora (Folha
modificada que nasce com a flor e a cobre antes de desabrochar).
Gema:
Saliência
de uma planta, de que resultam folhas, flores; refere-se a qualquer parte da
orquídea que tenha o poder de originar uma nova estrutura ou indivíduo.
Haste:
Caule característico
das plantas herbáceas que servem como suporte para ramos, folhas e frutos.
Inflorescência
Floração,
flores, conjunto de flores, haste floral, cacho ou agrupando de flores.
Monopodial
É um
termo da botânica que se refere à maneira de brotação das plantas que
crescem verticalmente, de gemas em suas terminações ou ápices. A maioria das
árvores apresenta este tipo de crescimento. A Phalaenopsis e a Vanda têm crescimento monopodial, ou seja, seu crescimento é vertical (para cima).
Parasita
Vegetal
que suga a seiva de outro vegetal. Lembrando que, a orquídea não é um parasita,
pois apenas se apóia nas árvores e não se alimentam da seiva delas.
Pseudobulbo:
Bulbo
ou parte da planta que armazena água e substâncias nutritivas.
Rizoma:
Rizoma
é um caule, em forma de raiz, frequentemente te subterrâneo, mas também podendo
ser aérea, rico em
reservas nutrientes, e que se caracteriza pela capacidade
de emitir novos ramos
reservas nutrientes, e que se caracteriza pela capacidade
de emitir novos ramos
Simpodial:
Crescimento
da planta em dois sentidos (horizontal e vertical). Tipo
de ramificação lateral em que o eixo não prevalece, sendo substituído por
outro ramo, que, posteriormente, será substituído por outro,
horizontalmente, de forma mais irregular que na ramificação monopodial; no
caso das orquídeas, o tipo de crescimento dos rizomas que, após crescimento de
um pseudobulbo e sua floração, abrem uma gema na base do pseudobulbo
e iniciam novo crescimento, sempre seguindo horizontalmente, em frente ou
irregularmente. Ex: as orquídeas do gênero Cattleya, Laelia e Oncidium têm o
crescimento simpodial. Isso quer dizer que, crescem no sentido horizontal (para
os lados).
Sistema radicular:
Sistema
de raízes da planta: Sistema radicular e constituído das raízes, que são órgãos
especializados em fixação, absorção, reserva e condução. A extensão do sistema
radicular depende de vários fatores, mas a grande massa de raízes de nutrição
se encontra nos metros mais próximos à superfície do solo.
Sphagnum:
Tipo de musgo
utilizado no substrato para orquídeas.
Substrato:
No
cultivo de orquídeas, é o material que serve como base, onde a orquídea é
plantada, geralmente é composto por resíduos de fibras vegetais, uma mistura de
casca de pínus, cone de pínus, carvão e coco seco.
Fibra
do cocô é um substrato com características de plantio e umidade parecidas com
as do xaxim, com uma boa fixação, boa umidade e média ventilação para raízes.
Casca
de Pínus: é um substrato mais conhecido entre os orquidófilos e cultivadores de
plantas, com média fixação da planta no vaso. A casca conserva o índice de
umidade no interior dos vasos entre média e baixa sendo necessária maior freqüência
de regas do que o xaxim ou a fibra de coco.
Cone do
Pínus: é um substrato com umidade parecida à do xaxim, por esse motivo o
cultivador não precisa diferenciar suas regas em comparação aos outros
substratos citados acima. Sua fixação é melhor que a da casca de pínus e
inferior a do coco. É necessário adubar com uma maior freqüência, pois é um
substrato que não contém quase nutrientes, servindo apenas para a fixação da
planta.
Unifoliadas:
São plantas que
possuem normalmente uma única folha apical.

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